sábado, 7 de junho de 2008

Poema confuso


Poema confuso

Não sei o que sinto…
Não consigo explicar,
Vivo num labirinto…
Não sei o que sinto,
Sem o fim encontrar.

Sem o fim encontrar,
Que me deixa tão aflito…
De novo vou começar,
E só quero acordar,
Para o que sei ser bonito.

Bonito é subjectivo…
Não será uma ilusão?
Não será um adjectivo,
Qualifica o que está no chão?

Dentro de mim há um vazio,
Que nem sei vos contar…
Será um simples desvario,
Que ainda não sei controlar?

Esta flor nasceu do nada,
E tornou-se assim tão bela…
Dedico-a a toda pessoa amada,
Sejam simples como ela!

(eu autor)

5 comentários:

poetaeusou . . . disse...

*
beleza alada,
num país difuso
poema nada confuso,
onde a palavra é cantada,
,
saudações
,
*

Manuela Azevedo disse...

Linda flor foto muito bem tirada. O poema é lindissimo nao sei como tens tantas ideias lindas. Gostava muito que escrevesses um livro. Beijo grande TE AMO MUITO.

Perla disse...

Poema confuso?
Qual quê!

Quando se escreve para quem se ama, as palavras fluem umas vezes meio atropeladas, mas é normal! Ela entende... :)

anbela vieira disse...

Se o poeta cala o seu pensamento
o seu peito estala com o sentimento
para ele dar fala ao seu sentimento
em versos embala
o seu pensamento

e quando ele escreve aquilo que sente e transmite agente o sonho que teve
então ele exala um fundo suspiro
que como uma «bala» dá morte ao vampiro

depois já liberto desse pesadelo no espaço aberto o seu pensamento voa...voa...voa
e é só escrevê-lo (Bela Vieira)

Alberto Correia disse...

Diz-me uma coisa:
Já alguém te disse que há por aí umas editoras que publicam livros?
Se já estás à espera de quê? Se ainda não te falaram nisso, digo-te eu que há muitas. E ao que me parece Vitorino Nemésio respirou nessas ilhas o mesmo ar que tu.
Um abração.