
Como se fosse na cama,
Invejo a sorte que é tua
Porque nem sorte se chama.
Bom servo das leis fatais
Que regem pedras e gentes,
Que tens instintos gerais
E sentes só o que sentes.
És feliz porque és assim,
Todo o nada que és é teu.
Eu vejo-me e estou sem mim,
Conheço-me e não sou eu.
(em Poesias de Fernando Pessoa)
7 comentários:
Não conhecia esse poema de Fernando Pessoa... Muito bonito!
A foto está uma ternura...
Um prazer ter vindo aqui!
Beijos de luz...
Os gatos têm muita sorte.. são independentes e vivem a vida, da forma que mais gostarem !!
Não conhecia o poema, apesar de gostar imensamente da forma de Fernando Pessoa !
Xi-coração
Que fotos maravilhosas, cores fantásticas e texto soberbo. Esta do melhor. Parabéns amigo,
Nuno
continuo a ficar encantado com as tuas fotos. soberbas!!!!
abraço
novamente...
Gostei do poema. O gato segue os seus instintos não pára no espaço em considerações. Nós seres pensantes, conhecemos pouquíssimo de nós mesmos e, até ao fim dos nossos dias estamos sempre a surpreender-nos...
Graça Mello
Belo trabalho, gostei imenso do retrato deste gato.
AMIGO EMANUEL...
"O correr da vida, embrulha tudo,
A vida é assim...
Esquenta, esfria,
aperta e daí afrouxa,
sossega e depois desinquieta,
O que ela quer da gente, é coragem."
BEIJOS...
UMA LINDA TERÇA-FEIRA AMIGO...
PARABÉNS!
LINDAS IMAGENS, TUDO EM PERFEITA HARMONIA...
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